ESTA SEMANA

 

Programação

Teatro        Música

 

23 a 26 Junho

A PEÇA

Quarta a sábado . 21h30
Domingo . 19h00
10 € . 7.50€ (estudantes, >65 e profissionais do espetáculo)
5€ (quinta-feira e portadores de Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

Uma peça classificável como tragédia, tragi-comédia ou comédia, pouco importa; nela se revêm as novas cenas teatrais, as novas tendências e criadores e tudo em Lisboa. Observação e sátira, especificidade e fatalismo, dedo na ferida de quem viu fazer, fez, quer fazer, ou simplesmente não sabe como se faz. Um encenador inexperiente e patologicamente inseguro; três atores mais ou menos cheios de si, maldizentes e esperançados. Uma peça sem salas, sem orçamento, sem elenco fechado, sem estreia, sem cem coisas mais. Um pequeno grupo que quer fazer teatro e nada de teatro se vê mas muito se vê do teatro, intriga, problemas, desânimos e A Peça por fazer.

Autor e encenador: Daniel Fialho; Assistente de encenação: Diogo Fernandes Andrade; Atores: Diogo Fernandes Andrade, Daniel Fialho, Liliana Leite, Miguel Valle; Som: Q.z; Luz: Vasco Letria; 60’; M/16.

 

2 e 3 julho

ROSENCRANTZ E GUILDENSTERN ESTÃO MORTOS

Sábado . 21h30
Domingo . 17h e 21h30
8€ . 5€ (-25, +65 e profissionais do espetáculo)

Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos, é uma tragicomédia existencialista que conta a história de “Hamlet” na perspectiva de duas personagens secundárias. Situado num submundo do palco, por onde passam algumas das personagens mais marcantes da obra de Shakespeare, Rosencrantz e Guildenstern esperam. Esperam que alguém lhes venha dizer o que fazer a seguir e que posição tomar. Incertos do seu caminho e não entendendo as regras do jogo que se estendem à sua frente, estes supostos heróis acabarão por ter um final bastante sombrio.

Autor: Tom Stoppard; Tradução: João Paulo Esteves da Silva; Adaptação: Jaime Mears e Catarina Sobral; Encenação: Jaime Mears; Assistência de Encenação: Ricardo Silva; Cenografia e Figurinos: Criação Colectiva; Interpretação: Allan Moscon, Ana Rafaela Almeida, Beatriz da Silva, Carolina Freitas, Carolina Parreira, Catarina Machado, Catarina Morais, Daniele Goes da Silva, Filipe Lopes, Giovanna Cordenuzzi, Inês Galvão Teles, Joana Santos, Johan Philippe, Liliana Dias, Patrícia Cabecinha, Ricardo Silva e Vítor Alves; Produção: Catarina Sobral; Design Gráfico: Giovanna Cordenuzzi; Uma criação Evoé – Escola de Actores; 1h30; M/14

 

20 e 31 julho

O LUGAR POR ONDE A VACA PASSOU
a partir de Prometeu Rascunhos e Agrilhoado

Quarta a sábado . 21h30
Domingo . 17h00
10€ . 7,5€ (-25, +65 e profissionais do espetáculo) . 5€ (quinta-feira, portadores de Cartão de Amigo do Teatro do Bairro e grupos + 10 pessoas)

Partindo de duas traduções distintas de “Prometeu Agrilhoado” de Ésquilo, especificamente do encontro de Io com Prometeu, João Fiadeiro propõe uma espécie de meta-diálogo entre traduções (entre tradutores) que se encontram, sobrepondo-se de quando em quando. Trata-se aqui do território do intervalo, da suspensão, onde o espectador tem a sensação de que entrou numa peça em andamento e sem fim.

Encenação: João Fiadeiro; Actores: Ana Rosa Mendes, Giovanni Lourenço, Margarida Bento, Matamba Joaquim; Cenografia: Francisco Vidal; Assistência a cenografia: Micael Costa; Design de luz: Eduardo Abdala; Figurinos: Inês Morgado; Sonoplastia: Carlos Neves; Fotografia: Magda Fernandes

Programação

Teatro        Música

 

24 Junho

Society presents
GIRLIE CIRCUIT FESTIVAL

PRE-PARTY

Sexta . 23h45
10€

A Society traz até Lisboa a Pre-Party do maior festival lésbico da Europa, o Girlie Circuit Festival. Elas chegam de Barcelona e trazem o verão no corpo! Dj sets, live acts, gogo dancers, ofertas flash e grandes estreias na cabine da Society! Están listas?

Com DJs Bonnie & Clyde, Sheles e Sindykatz. M/18

 

25 Junho

Concerto Warm Up SBSR
ROCK ON! PARTY
CHIBAZQUI

Sábado . 23h30
3€ (inclui uma cerveja)

O Teatro do Bairro associa-se ao Super Bock Super Rock e apresenta a banda Chibazqui, num warm up pré-festival. O nome da banda começou com um erro: era para ser Chinaski, um roubo descarado a Bukowski, mas alguém se enganou a teclar e escreveu “Chibaski”. Daí ao aportuguesamento desavergonhado foi um pequeno passo. Ficou Chibazqui, nome estranho e sem significado, e em seu redor formou-se a banda, partindo do princípio de que é preciso lidar tranquilamente com o erro. A tranquilidade é um elemento fundamental na história ainda curta dos Chibazqui, um quarteto cuja ambição maior é fazer tudo com vagar, evitando ao máximo a preocupação e a ansiedade. E foi assim que, calmamente, Diego Armés (ex-Feromona), C de Croché, Filipe Sambado (Cochaise) e Silas Ferreira (Pontos Negros, Os Náufragos) foram construindo um álbum, sem forçar a música nem obrigar a lírica: tudo fluindo naturalmente. Se não fluiu, deixou-se a descansar, a amadurecer, e um dia destes talvez se volte lá. O segredo é não planear demasiado.

 

9 Julho

Concerto SPA . Novas Bandas, Novas Músicas
Com o apoio da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores
FREDDY LOCKS

Sábado . 22h30
5€

Frederico Oliveira, a.k.a. Freddy Locks, nasceu em Alvalade em 1977. Faz parte da geração que fez história na cena punk-rock portuguesa com nomes como Censurados, Ku de Judas, Tara Perdida e Dalai Lume, entre outros, bandas com quem Freddy partilhou momentos da sua juventude. Começou a tocar numa banda punk aos 17 anos, altura em que estava completamente empenhado no movimento anarquista e Okupa de Portugal e Espanha. Em 1995 encontra o seu caminho através da música reggae. Compositor, vocalista e guitarrista, integra bandas como Nature (em 1999), 20 pás 8 (1999-2003), Poormanstyle (2004) e Groove Missions (2006). Em 2010, lança o álbum “Seek Your Truth”, que teve crítica na revista alemã “Irie Up”. Em 2011 entra na compilação norte-americana “Dread & Alive-Lost tapes vol 2.”, ao lado de nomes consagrados do reggae mundial. Entra também na compilação “KINDAH”, que junta talentos emergentes do reggae internacional. 2012 foi o ano de edição de “Rootstation”, seu último álbum de originais e também da segunda atuação no Festival Sudoeste. Em 2014 celebra o 10º aniversário do álbum “Rootsrockstruggeling” (gravado em 2004 com o produtor de reggae Asher Guardian), que fora presença assídua no programa “Portugália” da Antena 3. Após um período de “interregno produtivo”, eis que surge agora com novo fôlego. Edita o single “In This Time” e prepara um novo disco que sairá no final do ano. Entretanto, toca este mês ao vivo no Teatro do Bairro.

O Teatro do Bairro

O Teatro Bairro        Cartão de Amigo

Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, o Teatro do Bairro ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Inaugurado em 2011, foi um marco no percurso artístico da Ar de Filmes - produtora de teatro e cinema que o adquiriu - criando assim um diálogo direto e permanente com o seu público, abrindo ainda caminho para a fidelização de novos espectadores. Sob a direção do produtor Alexandre Oliveira e do encenador António Pires, funciona, por um lado, como a casa das criações artísticas da Ar de Filmes e da sua companhia de teatro e, por outro, como espaço de acolhimento de pequenas estruturas que, não tendo lugar nos grandes teatros municipais da cidade, não teriam onde apresentar os seus espetáculos. A par das propostas de acolhimento, estabeleceram-se ainda protocolos de intercâmbio com estruturas de outras zonas do país, que prevêem o acolhimento anual de, pelo menos, uma produção dessas companhias no Teatro do Bairro e vice-versa. São exemplos destes intercâmbios a Ao Cabo Teatro (do Porto, com direção artística de Nuno Cardoso) e o Teatro da Terra (de Ponte de Sor, com direção artística de Maria João Luís).

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação plural e abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos. Desenvolvemos as nossas próprias produções, mas acolhemos também espetáculos de outros criadores de teatro, e ainda de música, cinema e dança. Acreditamos que a programação interdisciplinar que praticamos, incrementada na nossa própria criação, promove trocas e contaminações desejadas, que enriquecem todos os intervenientes. Criámos em Lisboa uma nova sala de teatro, uma nova sala de cinema, uma nova sala de concertos, um novo espaço de tertúlia e um novo local de encontro dos cidadãos com as diferentes artes e os seus criadores.

Seja bem-vindo ao Teatro do Bairro!

Visite também o site da Ar de Filmes

Cartão de Amigo

O Teatro Bairro    Cartão de Amigo     Ficha de Adesão

O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro atribui um desconto de 50% em todos os eventos e espetáculos, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros). O desconto é feito mediante a apresentação do cartão na bilheteira e não é acumulável com outros descontos em vigor. O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem um custo de 10€ e é válido durante 12 meses. A adesão faz-se na bilheteira do Teatro do Bairro.

Regulamento

1 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido pela Ar de Filmes e visa atribuir um desconto de 50% na aquisição de bilhetes para os eventos e espetáculos no Teatro do Bairro, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros).

2 - O desconto obtido através do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não é acumulável com outros descontos em vigor.

3 - O desconto atribuído pelo Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não tem qualquer valor monetário, sendo expressamente proibida a sua venda ou troca por dinheiro.

4 - Sempre que pretenda usufruir do desconto do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, o seu titular deverá fazer essa menção no ato da compra do bilhete, apresentando também o cartão.

5 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é válido apenas quando apresentado na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63 ou na Rua dos Caetanos, nº 26, no caso de eventos com venda de bilhetes nesta entrada.

6 – O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pode não ser válido, excecionalmente, para eventos devidamente identificados no programa.

7 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é feita exclusivamente na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63, mediante o preenchimento de uma ficha de adesão e o pagamento de uma anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

8 – A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não pode ser feita na entrada da Rua dos Caetanos, nº 26.

9 - No ato de adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido um documento provisório igualmente válido, que poderá ser utilizado de imediato para usufruir do desconto.

10 – Logo que o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro estiver disponível, o seu titular será informado por email, podendo levantá-lo posteriormente no Teatro do Bairro, dentro do horário de funcionamento da bilheteira.

11 – Os dados pessoais dos titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro serão utilizados única e exclusivamente para divulgação da programação do Teatro, caso assim o desejem, garantindo a Ar de Filmes a sua total confidencialidade.

12 – Os titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro receberão, via e-mail, convite para a estreia de todos os espetáculos de teatro produzidos pela Ar de Filmes com apresentação no Teatro do Bairro, sendo esse convite sujeito a confirmação telefónica, mediante a lotação da sala.

13 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem a validade de um ano, podendo ser renovado na bilheteira do Teatro do Bairro.

14 – A renovação do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro por mais 12 meses implica o pagamento de nova anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

15 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é pessoal e intransmissível, pelo que poderá ser exigido ao titular a apresentação de um documento identificativo.

16 - Para ser considerado válido, o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro deverá ser mantido em bom estado de conservação, não podendo estar ilegível nem danificado.

17 - A Ar de Filmes reserva-se o direito de anular a um titular o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, caso seja detetada fraude ou utilização indevida.

18 - A Ar de Filmes não se responsabiliza por eventuais extravios do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro.

19 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pressupõe o conhecimento e a aceitação na íntegra deste regulamento.

A Companhia

Teatro do Bairro

 

A Companhia    Para Digressão   Brevemente   
Histórico da Companhia

 

Com a abertura do Teatro do Bairro em 2011, criou-se também uma nova companhia de teatro, que nasce já com oito espetáculos no curriculum e uma experiência de sete anos de produções: a Companhia Teatro do Bairro. O grupo de autores, atores, técnicos e colaboradores que, ao longo dos anos, foram trabalhando com a Ar de Filmes - nomeadamente nos seus projetos teatrais - encontrou finalmente uma casa onde pode sedimentar e desenvolver o seu trabalho de forma regular e continuada. A gestão própria dos timings de ensaios e das temporadas das suas criações, sem os habituais constrangimentos inerentes aos calendários sempre muito preenchidos das tradicionais salas de espetáculos, possibilitou assim a consolidação desta companhia teatral, através de uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Na direção artística da Companhia Teatro do Bairro está António Pires, que tem desenvolvido um trabalho que se poderia designar como "Teatro Coreográfico" - onde o texto e as imagens se fundem como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo do seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Companhia Teatro do Bairro que desenvolve o seu trabalho autoral como encenador.

Atualmente, a Companhia do Teatro do Bairro conta com 14 colaboradores fixos, dos quais fazem parte quatro atores que integram regularmente os seus elencos, aos quais se juntam habitualmente atores convidados.

Veja aqui o histórico da Companhia

Veja aqui as encenações de António Pires

A Companhia

do Teatro do Bairro

 

A Companhia   Para Digressão    Brevemente

 

MANA, SOLTA A GATA

a partir do universo de Adília Lopes

Duas mulheres gordas. Muito gordas. Tão gordas que andam devagar. Quase não andam. Mas andam e dizem as coisas que a Adília Lopes escreveu, bem devagar. O espectáculo é uma coreografia oriental lenta. Mas só tem 1h30 e, por isso, passa-se rápido. Têm muito que fazer. Há um homem. É mau. Usa botas, cartola e bigode antigo em W. O homem guarda o espaço onde as mulheres fazem o que têm de fazer. Às vezes parece um domador de mulheres gordas. Nada disto é grotesco. Nem o movimento, nem a actuação. É hiper-realista. E tem música a pontuar toda a coreografia. Por isso, “Mana, Solta a Gata” é um Musical Hiper-realista.

Adaptação, dramaturgia, concepção cénica e encenação: António Pires | Com: Hugo Mestre Amaro, João Araújo, Rafael Fonseca | Figurinos: Luís Mesquita | Desenho de Luz: Vasco Letria | Apoio Coreográfico: Paula Careto | Costureira: Rosário Balbi | Adereços: Carla Freire | Ilustração: Joana Vilaverde | Assistente de Encenação: Tomás Nolasco | Administração Financeira: Ana Bordalo | Assessoria de Imprensa: Isabel Marques| Coordenação de Produção: Andreia Luís | Produtor: Alexandre Oliveira | M/14
estreia no Teatro do Bairro
digressão ao Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada).

 

 

Pedido de Informações

A Companhia

do Teatro do Bairro

 

A Companhia   Para Digressão    Brevemente

 

3 a 13 Agosto
Ruínas do Convento do Carmo
Todos os dias, às 21h
Bilhetes já à venda no Teatro do Bairro e Ticketline

CIMBELINO

de William Shakespeare

Baseado na história de Cunobelino, rei da Britânia, durante a ocupação romana da região, Shakespeare apresenta-nos em Cimbelino uma visão negra do mundo em tom de comédia. Um Rei, cego pelo fogo de uma paixão não correspondida por uma Rainha sem escrúpulos e incapaz de amor, esquece o seu dever e deixa que a sua terra adoeça, mergulhada na mentira, corrompida pelo dinheiro e pelos jogos de poder. Uma peça romance do seu último período dramatúrgico, com a mais complexa intriga que se possa imaginar. Um enredo incrível, numa sequência de cenas e quadros curtos, que mudam vertiginosamente de espaço e de tempo. Utilizando a estrutura do texto como ponto de partida para a encenação, António Pires cria neste espetáculo um delicioso jogo com a própria memória. Recupera as histórias que a nossa cultura inventou e reinventou, com referências que vão da tradição popular à tragédia grega, passando por contos de fadas, esculturas, quadros ou músicas que todos conhecemos… Um espetáculo que, como um puzzle, monta e desmonta, destrói e volta a construir uma imensidão de imagens que parecemos reconhecer de todas as nossas vidas.

Título original: Cymbeline; Texto: William Shakespeare; Versão cénica de Luísa Costa Gomes a partir da tradução de Henrique Braga; Encenação: António Pires; Com: Adriano Luz, João Araújo, João Barbosa, Ricardo Aibéo e Rita Loureiro; Elenco Act: Aine Mar, Andreia Pereira da Silva, Anna Knipper, Carolina Crespo, Carolina Santarino, Catarina Lima, Diogo Velez, Duarte Jardim, Filipa Matos Rosa, Graciano Amorim, Joana Luz, João Harrington Sena, José Pimentão, Lara Silva, Margarida Alves de Brito, Margarida Ramirez, Mariana Rei, Paulo Morais, Rui Ferreira Macedo, Sandra Rosário, Sara Almeida, Vera Lagoa; Figurinos: Dino Alves; Luz: Vasco Letria; Vídeo: Edgar Alberto; Sonoplastia: Paulo Abelho, João Eleutério; Assistência de encenação: Hugo Amaro; Construção de cenário: Fábio Paulo; Mestra costureira: Joaquina Martins; Ilustração: Joana Villaverde; Comunicação: Isabel Marques; Direção de produção: Ivan Coletti; Administração de produção: Ana Bordalo; Produtor: Alexandre Oliveira; Co-produção: Act School; Produção: Ar de Filmes / Teatro do Bairro

Ticketline: 15€ (preço único)
Teatro do Bairro: 15€; 10€ (-25, +65 e profissionais do espetáculo)
Bilheteira aberta de quarta a sábado, das 15h às 19h . Informações: 21 347 33 58 / 91 321 12 63

Contactos

 

Teatro do Bairro

Rua Luz Soriano, 63 (Bairro Alto),1200-246 Lisboa, Portugal

INFORMAÇÕES E RESERVAS APENAS POR TELEFONE

21 347 33 58 ou 91 321 12 63 (15h - 20h)

 

LEVANTAMENTO DE RESERVAS E VENDAS
Na bilheteira, uma hora antes do espetáculo

 

Para propostas de acolhimento, envie e-mail para
teatrodobairro.geral@gmail.com

 

ACESSOS
Metro: Baixa-Chiado (linhas verde e azul)
Autocarros: 758 e 790 . Elétrico: 28 . Elevador: Bica
Estacionamento: Parques do Largo de Camões e Calçada do Combro

 

Ar de Filmes, lda

R. D. Pedro V, nº60 . 1º dtº, 1250-094 Lisboa, Portugal
213 420 810 | 918 570 774

ardefilmesgeral@gmail.com

www.ardefilmes.org