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jardineiroimaginario
21 e 22 Maio
FIMFA Lx22

Jardineiro Imaginário

  • Sábado e Domingo . 18h00

    10€

    6€ (maiores de 65 anos, menores de 25 anos, profissionais do espetáculo, Cartão Amigo do Teatro do Bairro )

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

Jardineiro Imaginário é a nova criação das Marionetas do Porto dedicada aos adultos, com encenação de Isabel Barros, numa tentativa de os transportar a territórios diversos onde possam ecoar inquietações, pensamentos, matérias soltas, pedaços de vida, numa espécie de coroa circular. Dois atores, num encontro entre marionetas, objetos, palavras, movimentos, pequenas partículas inomináveis, luz, música e tantos outros elementos, provocando composições e viagens imagéticas.

Teatro de Marionetas do Porto (Portugal); Conceito e encenação: Isabel Barros; Marionetas: Ricardo Leite; Música: Carlos Guedes; Texto original e tradução: Regina Guimarães; Poemas: Jean Arp, Robert Desnos, Camille Coemans, Paul Nougé; Desenho de luz: Filipe Azevedo; Cenografia: Coletivo; Figurinos: Cláudia Ribeiro; Interpretação: Micaela Soares, Vítor Gomes; Produção: Sofia Carvalho; Designer gráfico: Rita Sá Couto; Operação de luz e som: Filipe Azevedo; Construção de marionetas: João Pedro Trindade, Catarina Falcão Confeção de figurinos: Alexandra Barbosa; Fotografia: Paulo Pimenta; Estrutura financiada por: República Portuguesa - Ministério da Cultura | Direção-Geral das Artes.
Técnica: Manipulação à vista

M/12 . 50 min (aprox.)

hen
26 a 28 Maio
FIMFA Lx22

HEN

  • Quinta a Sábado . 21h30

    10€

    6€ (maiores de 65 anos, menores de 25 anos, profissionais do espetáculo, Cartão Amigo do Teatro do Bairro )

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

HEN, o cabaré de uma marioneta queer e punk, que ultrapassa as fronteiras de género e faz voar todas as algemas! HEN é uma marioneta única e não pode ser limitada a uma categoria. O seu rosto e o seu corpo são múltiplos: mulher e homem, feminino e masculino. Uma personagem cheia de vida, exuberante, diva enfurecida e viril de saltos altos, que se expressa ao cantar o amor, a esperança, os corpos, o prazer, a sexualidade com liberdade.

Johanny Bert - Théâtre de Romette (França); Conceção e encenação: Joahnny Bert; Atores-manipuladores: Johanny Bert (voz de HEN), Anthony Diaz; Músicos ao vivo e arranjos: Guillaume Bongiraud (violoncelo eletroacústico), Cyrille Froger (percussionista); Colaboração na encenação: Cécile Vitrant; Autores das canções: Marie Nimier, Prunella Rivière, Gwendoline Soublin, Laurent Madiot, Alexis Morel, Pierre Notte, Yumma Ornelle e um cover de Brigitte Fontaine; Marionetas: Eduardo Felix; Lifting HEN: Laurent Huet; Trabalho vocal: Anne Fischer; Dramaturgia: Olivia Burton; Desenho de luz: Johanny Bert, Gilles Richard; Desenho de som: Frédéric Dutertre, Simon Muller; Figurinos: Pétronille Salomé, assistida por Romain Fazi, Carole Vigné; Estagiários (figurinos): Lune Forestier, Solène Legrand, Marie Oudot; Assistência de manipulação: Faustine Lancel; Direção técnica e luz: Gilles Richard; Operação de som: Simon Muller; Construção da cenografia: Fabrice Coudert, assistido por Eui-Suk Cho; Fotografias: Christophe Raynaud de Lage; Administração, produção, difusão: Mathieu Hilléreau, Les Indépendances; Assistente de produção: Thomas Degroïde; Produção: Théâtre de Romette; Coprodução: Le Bateau Feu - Scène Nationale Dunkerque, La 2Deuche – Lempdes Parceiros: La Cour des Trois Coquins - Scène Vivante de Clermont-Ferrand, Le Mouffetard - Théâtre des Arts de la Marionnette à Paris, Le Carreau du Temple à Paris - Accueil studio.
Técnica: Marioneta queer, género neutro, manipulação à vista
Idioma: Francês, com legendagem em Português

M/16 . 65 min (aprox.)

autodacriacao
29 Maio
FIMFA Lx22

Auto da Criação do Mundo

  • Domingo . 18h00

    10€

    6€ (maiores de 65 anos, menores de 25 anos, profissionais do espetáculo, Cartão Amigo do Teatro do Bairro )

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

Pela sexta vez no FIMFA, Senhoras e Senhores, os Bonecos de Santo Aleixo! O Baile dos Anjinhos é o início obrigatório de cada representação. As figuras carismáticas são o Padre Chancas e o Mestre Salas, que, por tradição, tem uma moca, com a qual castiga ou abraça o Padre, enquanto este prega. Um tesouro da cultura portuguesa! Únicos no mundo, ingénuos, puros e irreverentes, ninguém do público estará a salvo das suas piadas...

Bonecos de Santo Aleixo (Portugal); Atores-manipuladores: Ana Meira, Gil Salgueiro Nave, Isabel Bilou, José Russo, Vítor Zambujo; Acompanhamento musical: Gil Salgueiro Nave; Fotografias: Paulo Nuno Silva.
Técnica: Marionetas de varão
Idioma: Português

M/6 . 70 min (aprox.)

ersatz
2 a 4 Junho
FIMFA Lx22

Ersatz

  • Quinta a Sábado . 21h30

    10€

    6€ (maiores de 65 anos, menores de 25 anos, profissionais do espetáculo, Cartão Amigo do Teatro do Bairro )

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

Ersatz é um teatro de objetos futurista, um cruzamento entre teatro e artes visuais, Jacques Tati e Black Mirror, sob o olhar atento de Alan Turing, que mostra o brilho gelado de um futuro já presente. É um cientista? Um androide? Um homem ou uma máquina? Ersatz começa sob o signo da dúvida e questiona o futuro do homem com materiais simples, improvisados com inventividade e humor, oferecendo-nos uma pequena joia do teatro de objetos.

Collectif AÏE AÏE AÏE (França); Conceção e interpretação: Julien Mellano; Olhar exterior: Étienne Manceau; Desenho de luzes: Sébastien Thomas; Dispositivo sonoro: Gildas Gaboriau; Música: Olivier Mellano, Mauricio Kagel; Direção técnica: Gildas Gaboriau; Produção: Collectif AÏE AÏE AÏE; Coprodução: Festival 11, Biennale de la Marionnette et des Formes Manipulées; Scène Nationale Sud Aquitain Apoios: Ministère de la Culture - DRAC de Bretagne, Conseil Régional de Bretagne, Conseil Départemental d’Ille-et-Vilaine de Rennes Métropole e da Ville de Rennes Residências artísticas: Au bout du Plongeoir - Site d’expérimentation artistique de Tizé, Le Volume - Centre culturel de Vern-sur-Seiche, Le Pôle Sud - Centre Culturel de Chartres de Bretagne, Théâtre de Laval - Scène Conventionnée, Théâtre La Paillette – Rennes, Théâtre Quintaou - Anglet; Agradecimentos: Le Mouffetard - Théâtre des Arts de la Marionnette
Técnica: Teatro de objetos
Idioma: Sem palavras

M/12 . 50 min (aprox.)

abismo
5 Junho
Teatro

L’Abisso / O Abismo

  • Domingo . 21h30

    10€

    Espectáculo em Italiano - Legendado em Português

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

Uma história urgente, profunda e atual para abordar a indescritível tragédia contemporânea dos desembarques nas costas do Mediterrâneo. Davide Enia encena a epopeia dos heróis de hoje, entre a vida e a morte, que se torna uma metáfora de um naufrágio individual e coletivo. A encenação mistura diferentes registros e linguagens teatrais: os cantos antigos dos pescadores e o ‘cunto’ de Palermo, nas melodias a várias vozes que se entrelaçam até se tornarem orações de raiva quando o mar ruge e nas redes, juntamente ao pescado, encontram-se os cadáveres de homens, mulheres e crianças.

Dramaturgia, Encenação e Interpretação: Davide Enia; Músicas compostas e executadas por: Giulio Barocchieri; Espetáculo a partir de: Appunti per un naufragio (Sellerio editore) vencedor do Prémio literário internacional “Mondello”; Uma co-produção: Teatro di Roma - Teatro Nazionale, Teatro Biondo Palermo, Accademia Perduta/Romagna Teatri em colaboração com Festival Internazionale di Narrazione di Arzo; Foto de cena: ©Futura Tittaferrante
Acolhimento realizado com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa  

M/16 . 75 min (aprox.)

chorus
10 a 19 Junho
Teatro - ACT

A CHORUS LINE

  • Terça a Sábado . 21h30

    Domingo . 18h00

    8€

    5€ (Alunos ACT)

    Bilhetes à venda na Bol.pt

 

Uma audição para um espectáculo da Broadway. De 24 bailarinos, o encenador e o coreografo escolhem 17, dos quais vão ficar apenas 8. Para conhecer melhor os candidatos, pedem-lhes para falar um pouco sobre eles, num relato que vai desde a infância até ao presente. É esta a narrativa de Chorus Line. Na versão que levamos ao palco do Teatro do Bairro, António Pires dá resposta ao desafio lançado pela Act: encenar Chorus Line para o espectáculo final de curso de 38 alunos.

Produtora: Patrícia Vasconcelos; Encenação: António Pires; Coreografia: Paula Careto; Direcção Vocal: Sissi Martins; Direcção Musical: Artur Guimarães; Desenho de Luz: Rui Seabra; Figurinos: Dino Alves; Make-up: Ivan Coletti; Elenco: Alunos Finalistas do Curso Profissional de Actores da ACT 2019/2022

M/12 . 120 min (aprox.)

mundo
24 e 25 Junho
Teatro

EL MUNDO ES REDONDO

  • Sexta . 21h30

    Sábado . 18h00

    12€

    7€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    5€ (portadores do cartão de amigo do Teatro do Bairro)

    Espectáculo em Castelhano e Inglês - Sem legendas

 

A Ar de Filmes/Teatro do Bairro, em coprodução com o Vera Vera teatro (Buenos Aires) e com o Apoio do programa Iberescena, apresenta a adaptação em língua castelhana de um dos seus maiores êxitos, junto da critica e do público, O Mundo é Redondo.
Este novo e original desafio, levado a cabo pelo encenador António Pires e pelo elenco da peça, com o apoio do dramaturgo e encenador argentino Rubén Sabadini, insere-se num percurso de internacionalização da companhia do Teatro do Bairro nos países da América Latina, que visa fomentar o intercâmbio cultural entre os respectivos territórios e consolidar as reciprocas relações colaborativas, através da pratica das artes performativas.
O texto original de Gertrude Stein, autora eclética insuficientemente representada no meio teatral, apela ao público para o que nele possa existir de mais puro, levando-o a relacionar-se com a memória da sua própria inocência.
Como para Rosa, a protagonista, que não sabe quem é, nem sabe se continuaria a ser a mesma Rosa se não se chamasse Rosa, para a criança que começou há pouco a falar, a linguagem é esse mundo maravilhoso e sedutor que é preciso dominar, mas cheio de nuances, de uma fluidez onde ela se perde, de subentendidos que criam malentendidos, de palavras que querem dizer tantas coisas diferentes, dependendo o significado muitas vezes apenas do lugar que ocupam nas frases.
O encanto da poesia, das repetições, dos ritmos e dos sons das palavras, como forma de resistencia, num mundo cada vez mais caracterizado pela violência, pela intolerância e pela subjugação do outro, um mundo que valoriza a competição e o alcance de poder e que por outro lado desvaloriza a colaboração e a empatia, considerando-as expressões de fraqueza e próprias do universo feminino.

Texto: Gertrude Stein; Tradução: Rubén Sabadini; Encenação: António Pires; Direção de Actores: Rubén Sabadini; Interpretação: Carolina Campanela, Carolina Serrão, Sandra Santos e Vera Moura; Cenografia: João Mendes Ribeiro; Figurinos: Luís Mesquita; Música Original: Paulo Abelho e Miguel Sá Pessoa; Movimento: Paula Careto; Desenho de Luz: Rui Seabra; Operação de Som Guilherme Alves; Assistente de Iluminação: João Veloso; Construção de Cenário: Fábio Paulo; Ilustração: Joana Villaverde; Fotografia de Cena: Miguel Bartolomeu; Gravação Vídeo: Tiago Inuit; Administração de Produção: Ana Bordalo; Produção Executiva: Federica Fiasca; Comunicação: Maria João Moura; Produção Ar de Filmes / Teatro do Bairro;  Coprodução: Vera Vera Teatro (Buenos Aires); Produtor: Alexandre Oliveira; Coprodutor: Alejandro Schiappacasse.
Espectáculo financiado pelo programa IBERESCENA – Linha de apoio à coprodução de espectáculos de artes cenicas.

M/12 . 90 min (aprox.)

elipse
27 Junho
Música

João Sampayo - Elipse ao vivo

  • Segunda . 21h30

    10€

 

João Sampayo é um músico e compositor lisboeta que aprofunda temas como o amor, o desamor e as relações humanas na leveza da sua sonoridade Pop/Alt-Pop. 2022 marca o início de uma carreira que se prevê longa e o músico prepara-se agora para lançar o seu álbum de estreia, Elipse, que conta com a produção de Miguel Sá Pessoa. O álbum será apresentado ao vivo no Teatro do Bairro.

João Sampayo: Voz e Guitarra; Miguel Sá Pessoa: Teclados; Francisco Nogueira: Baixo; Samuel Dias: Bateria; Teresa Mello Sampayo: Coros; Técnico de Som: Paulo Abelho.

M/6 . 120 min (aprox.)

saque
30 Junho a 3 Julho
Teatro - Teatro da Terra

O Saque

  • Quinta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    12€

    7€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    5€ (portadores do cartão de amigo do Teatro do Bairro)

 

A peça centra-se em torno das desventuras de dois ladrões desajeitados e pouco escrupulosos, Dennis e Hal. Enquanto aguarda as suas exéquias, o cadáver de Mrs. McLeavy (mãe de Hal) é removido do caixão pelo filho e pelo seu cúmplice, no intuito de esconder no esquife o saque resultante do mais recente golpe da dupla. A enfermeira da falecida, a várias vezes viúva Fay (que teve já sete maridos, todos mortos em circunstâncias misteriosas) demonstra ter intenções amorosas suspeitas em relação ao viúvo, Mr. McLeavy; contudo, a descoberta casual do saque escondido leva-a a alterar os seus planos imediatos – exigindo aos dois ladrões uma percentagem do dinheiro roubado. A entrada em cena do inspector Truscott da Scotland Yard e o seu interrogatório aos membros da família em busca de pistas sobre o roubo – acabam por ser decisivos no desenlace da peça. O viúvo McLeavy acaba incriminado pelo próprio filho (que tinha tentado encobrir), sendo detido como responsável pelo crime; e Truscott acaba por associar-se aos verdadeiros culpados – exigindo também a sua quota-parte do saque escondido...

Autor: Joe Orton; Tradução: Fernando Villas-Boas; Encenação: Miguel Sopas; Cenografia: Daniela Cardante; Desenho de Luz: Pedro Domingos; Com: Hélder Agapito, Marques D’Arede, Miguel Sopas, Paulo Duarte Ribeiro, Rodrigo Saraiva, Sílvia Figueiredo, Vitor Oliveira, Sónia Guerra e Filipe Gomes; Assistência de Encenação: Vitor Oliveira; Produção: Diana Especial; Assistência de Produção: Filipe Gomes; Direcção de Produção: Pedro Domingos; Produção: Teatro da Terra 2022

M/12 . 100 min (aprox.)

Teatro do Bairro
Teatro do Bairro

Inaugurado pela Ar de Filmes em 2011, o Teatro do Bairro trouxe a Lisboa um espaço cultural único na cidade. Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Uma iniciativa que foi um marco no caminho artístico da produtora, contaminando-o de forma positiva. Foi atribuído um espaço físico, uma morada, uma casa, a uma identidade artística. Criou-se um diálogo direto e permanente com o público da Ar de Filmes, quer na área de cinema, quer na área de teatro, e abriu-se caminho para a fidelização de novos públicos.

A não dependência dos calendários das tradicionais salas de acolhimento garantiu à Ar de Filmes e à Companhia do Teatro do Bairro a gestão própria e otimização dos timings de ensaios e temporadas das suas criações, permitindo também ao grupo de artistas que habitualmente colaboram com a produtora um trabalho mais regular e continuado. Consideramos esta circunstância absolutamente necessária à consolidação de uma companhia teatral, já que possibilita uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Mas além de uma nova sala de teatro, o Teatro do Bairro trouxe também a Lisboa uma nova sala de cinema, que além de programar ciclos específicos e exibições únicas de filmes independentes, salvaguarda a exibição das produções cinematográficas da Ar de Filmes e dos seus criadores.

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes, nem no desenvolvimento da sua companhia teatral. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos, através do acolhimento de espetáculos de outros criadores de teatro, e também de música, cinema e dança. Criámos em Lisboa um novo espaço de reunião, tertúlia e contaminação entre diferentes áreas artísticas, e de encontro dos cidadãos com as artes e os seus criadores.

 

 

 

 

Cartão de Amigo do Teatro do Bairro
Cartão de Amigo
do Teatro do Bairro

O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro atribui um desconto de 50% em todos os eventos e espetáculos, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros). O desconto é feito mediante a apresentação do cartão na bilheteira e não é acumulável com outros descontos em vigor. O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem um custo de 10€ e é válido durante 12 meses. A adesão faz-se na bilheteira do Teatro do Bairro ou preenchendo a ficha de adesão que se encontra disponivel para download e enviar para teatrodobairro.geral@gmail.com

Regulamento

1 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido pela Ar de Filmes e visa atribuir um desconto de 50% na aquisição de bilhetes para os eventos e espetáculos no Teatro do Bairro, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros).

2 - O desconto obtido através do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não é acumulável com outros descontos em vigor.

3 - O desconto atribuído pelo Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não tem qualquer valor monetário, sendo expressamente proibida a sua venda ou troca por dinheiro.

4 - Sempre que pretenda usufruir do desconto do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, o seu titular deverá fazer essa menção no ato da compra do bilhete, apresentando também o cartão.

5 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é válido apenas quando apresentado na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63 ou na Rua dos Caetanos, nº 26, no caso de eventos com venda de bilhetes nesta entrada.

6 – O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pode não ser válido, excecionalmente, para eventos devidamente identificados no programa.

7 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é feita exclusivamente na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63, mediante o preenchimento de uma ficha de adesão e o pagamento de uma anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

8 – A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não pode ser feita na entrada da Rua dos Caetanos, nº 26.

9 - No ato de adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido um documento provisório igualmente válido, que poderá ser utilizado de imediato para usufruir do desconto.

10 – Logo que o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro estiver disponível, o seu titular será informado por email, podendo levantá-lo posteriormente no Teatro do Bairro, dentro do horário de funcionamento da bilheteira.

11 – Os dados pessoais dos titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro serão utilizados única e exclusivamente para divulgação da programação do Teatro, caso assim o desejem, garantindo a Ar de Filmes a sua total confidencialidade.

12 – Os titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro receberão, via e-mail, convite para a estreia de todos os espetáculos de teatro produzidos pela Ar de Filmes com apresentação no Teatro do Bairro, sendo esse convite sujeito a confirmação telefónica, mediante a lotação da sala.

13 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem a validade de um ano, podendo ser renovado na bilheteira do Teatro do Bairro.

14 – A renovação do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro por mais 12 meses implica o pagamento de nova anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

15 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é pessoal e intransmissível, pelo que poderá ser exigido ao titular a apresentação de um documento identificativo.

16 - Para ser considerado válido, o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro deverá ser mantido em bom estado de conservação, não podendo estar ilegível nem danificado.

17 - A Ar de Filmes reserva-se o direito de anular a um titular o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, caso seja detetada fraude ou utilização indevida.

18 - A Ar de Filmes não se responsabiliza por eventuais extravios do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro.

19 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pressupõe o conhecimento e a aceitação na íntegra deste regulamento.

 

 

 

 

A Companhia
A Companhia

Com a abertura do Teatro do Bairro em 2011, criou-se também uma nova companhia de teatro, que nasce já com oito espetáculos no curriculum e uma experiência de sete anos de produções: a Companhia Teatro do Bairro. O grupo de autores, atores, técnicos e colaboradores que, ao longo dos anos, foram trabalhando com a Ar de Filmes - nomeadamente nos seus projetos teatrais - encontrou finalmente uma casa onde pode sedimentar e desenvolver o seu trabalho de forma regular e continuada. A gestão própria dos timings de ensaios e das temporadas das suas criações, sem os habituais constrangimentos inerentes aos calendários sempre muito preenchidos das tradicionais salas de espetáculos, possibilitou assim a consolidação desta companhia teatral, através de uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Na direção artística da Companhia Teatro do Bairro está António Pires, que tem desenvolvido um trabalho que se poderia designar como "Teatro Coreográfico" - onde o texto e as imagens se fundem como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo do seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Companhia Teatro do Bairro que desenvolve o seu trabalho autoral como encenador.

 

 

 

 

António Pires
António Pires
Encenador

António Pires tem desenvolvido um trabalho de encenador que se poderia designar como "Teatro Coreográfico", onde o texto e as imagens se fundem e funcionam como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo de seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Ar de Filmes/Teatro do Bairro, estrutura de produção que ajudou a consolidar, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho como encenador. Com a inauguração do Teatro do Bairro, acumula as funções de Director Artístico e Co- Director de Programação. O seu espetáculo “Tisanas – Um Antídoto Contra o Cinzento dos Dias” ganhou o Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012. A sua encenação de “O Público”, de Federico Garcia Lorca, ganhou o Globo de Ouro desse ano (2013) para Melhor Peça de Teatro. O seu espetáculo “Quatro Santos em três Actos”, a partir de Gertrude Stein, com versão cénica de Luísa Costa Gomes, foi distinguido pela APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro com uma menção especial para espetáculo do ano 2015. Já em 2016, o Teatro do Bairro foi convidado para apresentar este mesmo espetáculo na dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

Encenações de António Pires para a Ar de Filmes:

2022 | Don Juan
de Molière

2021 | UM, DOIS, TRÊS!
de Ferenc Molnár

2021 | SONHO
de August Strinderg
Museu Arqueológico do Carmo

2021 | TRILOGIA DRAMÁTICA DA TERRA ESPANHOLA
YERMA
A DESTRUIÇÃO DE SODOMA
BODAS DE SANGUE
de Federico Gracia Lorca

2020 | REI JOÃO
de William Shakespeare
Museu Arqueológico do Carmo

2019 | AS CADEIRAS
de Eugène Ionescu

2019 | TROIANAS
de Eurípedes

2019 | TERROR E MISÉRIA
de Bertolt Brecht

2018 | O MUNDO É REDONDO
a partir de Gertrude Stein
PRÉMIO AUTORES 2019 - MELHOR ESPECTÁCULO TEATRO
Nomeação GLOBO DE OURO - Melhor - peça/espetáculo 2018

2018 | MACBETHS
Luísa Costa Gomes
a partir de William Shakespeare

2018 | COLÓNIA PENAL
a partir de Jean Genet

2018 | IVONE, PRINCESA DE BORGONHA
a partir de Witold Grombowitz

2017 | BIOGRAFIA DE UM POEMA
a partir de Carlos Drummond de Andrade

2017 | UBU REI
de Alfred Jarry

2017 | VANESSA VAI À LUTA
de Luísa Costa Gomes

2016 | O JOVEM MÁGICO
a partir da obra de Mário Cesariny

2016 | CIMBELINO
de William Shakespeare

2016 | RUÍNAS
de Lynn Nottage

2015 | LONE DOG
de Claudio da Silva

2015 | QUATRO SANTOS EM TRÊS ACTOS
de Luísa Costa Gomes
Menção Especial da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro como espetáculo do ano 2015
Convite para integrar a programação da dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

2015 | E OS SONHOS, SONHOS SÃO
de Luísa Costa Gomes

2014 | DEPOIS DA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes<

2014 | CABARET ALEMÃO
de Luísa Costa Gomes

2014 | MANA, SOLTA A GATA
a partir do universo de Adília Lopes

2013 | PEQUENAS COMÉDIAS
de Georges Feydeau

2013 | O PÚBLICO
de Federico Garcia Lorca
Globo de Ouro para Melhor Peça de Teatro de 2013

2013 | ACTOR IMPERFEITO
de Luísa Costa Gomes

2012 | TISANAS
de Ana Hatherly
Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012

2012 | BELA ADORMECIDA E OUTRAS HISTÓRIAS a partir de textos de Robert Walser

2011 | COMÉDIA DE DESENGANOS
de Luísa Costa Gomes

2011 | SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
de William Shakespeare

2011 | A PAIXÃO DE SÃO JULIÃO HOSPITALEIRO
a partir de um conto de Gustave Flaubert
adaptação de Maria João Cruz
São Luiz Teatro Municipal

2010 | VIDA DE ARTISTA
de Luísa Costa Gomes

2010 | O PRINCIPE DE HOMBURGO
de Heinrich von Kleist
Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

2009 | ROMANCERO GITANO
de Federico Garcia Lorca
Ruínas do Convento do Carmo

2009 | DEUS PÁTRIA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes
Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

2008 | SAY IT WITH FLOWERS
de Gertrude Stein
Teatro das Figuras (Faro)
Teatro Nacional São João (Porto)
Lux Frágil (Lisboa)

2008 | AUTO DAS CIGANAS
de Gil Vicente
Encomenda do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural
Padrão dos Descobrimentos

2007 | MOBY DICK
de Herman Melville
adaptação de Maria João Cruz<
São Luiz Teatro Municipal

2005 | A MORTE DE ROMEU E JULIETA
a partir de William Shakespeare
Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

2004 | AUTO DA BARCA DO INFERNO
de Gil Vicente
(em cena até hoje)

Algumas encenações de António Pires para outras produtoras:

2002 | UM DOM QUIXOTE
de Cervantes
Teatro Maria Matos

2001 | WERTHERde Goethe

Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

2001 | ENTRADA DE PALHAÇOS
a partir de Entrées de Clowns, de Hélène Parmelin2001
Teatro Taborda
Teatro Nacional São João

1999 | O AUMENTO
de Georges Perec
Centro Cultural de Belém

1996 | A LIST
de Gertrude Stein
Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

 

 

 

 

Luísa Costa Gomes
Luísa Costa Gomes
Dramaturga | Tradutora

Luísa Costa Gomes tem desenvolvido desde o princípio dos anos oitenta a sua actividade literária como contista e romancista e colabora desde 2010 com o Teatro do Bairro como dramaturga, dramaturgista e tradutora. Aí, António Pires encenou as peças originais “Vida de Artista” (2010), “Comédia de Desenganos” (2011),“Actor Imperfeito/Unperfect Actor”(2013) e várias dramaturgias.

Informação completa em: luisacostagomes.org

Luísa Costa para a Ar de Filmes / Companhia do Teatro do Bairro:

2020 | REI JOÃO
de William Shakespeare
Tradução e Versão para Palco: Luísa Costa Gomes

2019 | TROIANAS
de Eurípedes
Tradução: Luísa Costa Gomes

2018 | O MUNDO É REDONDO
a partir de Gertrude Stein
Tradução: Luísa Costa Gomes

2018 | MACBETHS
Dramaturgia e Tradução de Luísa Costa Gomes
com textos de William Skakespeare (Ricardo II, Rei João, Macbeth, Dois Cavalheiros de Verona, Júlio César, Otelo, Como Queiram, Hamlet, Cimbeline, Henrique V, O Mercador de Veneza)

2018 | IVONE, PRINCESA DE BORGONHA
a partir de Witold Grombowitz
Tradução: Luísa Costa Gomes

2017 | VANESSA VAI À LUTA
Texto de Luísa Costa Gomes

2016 | CIMBELINO
de William Shakespeare
Versão cénica de Luísa Costa Gomes a partir da tradução de Henrique Braga

2015 | LONE DOG
a partir de “Poeta Armando”, de Cláudio da Silva
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2015 | QUATRO SANTOS EM TRÊS ACTOS
libreto de Gertrude Stein e música de Virgil Thomson
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2015 | E OS SONHOS, SONHOS SÃO
Texto de Luísa Costa Gomes com textos clássicos da dramaturgia ocidental. Da Voz Humana à Antígona, Ubu Rei ou Shakespeare, Eurípides ou Gil Vicente.

2014 | DEPOIS DA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2014 | CABARET ALEMÃO
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2013 | PEQUENAS COMÉDIAS
de Georges Feydeau
Tradução: Luísa Costa Gomes e Ana Cardoso Pires

2013 | ACTOR IMPERFEITO
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes com os sonetos de William Shakespeare

2011 | COMÉDIA DE DESENGANOS
Texto de Luísa Costa Gomes a partir de William Shakespeare

2010 | VIDA DE ARTISTA
Texto de Luísa Costa Gomes

2010 | O PRINCIPE DE HOMBURGO
de Heinrich von Kleist
Tradução, Dramaturgia e Co-Encenação com António Pires: Luísa Costa Gomes

2009 | DEUS PÁTRIA REVOLUÇÃO
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2008 | SAY IT WITH FLOWERS
de Gertrude Stein
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

Alguns espectáculos de Luísa Costa Gomes para outras produtoras:

2017 | A GRANDE VAGA DE FRIO
com o texto do romance Orlando de Virginia Woolf
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2014 | DE PASSAGEM
texto de Luísa Costa Gomes

2014 | LAR DOCE LAR
a partir de "O que importa é que sejam felizes", de Luísa Costa Gomes

2014 | ESTAMOS TODOS?
texto de Luísa Costa Gomes

2012 | CASAS PARDAS
dramaturgia de Luísa Costa Gomes sobre o romance de Maria Velho da Costa

2011 | DIAS A FIO
Texto de Luísa Costa Gomes

2005 | JOSÉ MATIAS
Texto de Luísa Costa Gomes

2005 | UBUS
de Alfred Jarry
Tradução e dramaturgia de Luísa Costa Gomes

1999 | E AGORA OUTRA COISA
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | UBARDO
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | ARTE DA CONVERSAÇÃO
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | O CÉU DE SACADURA
Texto de Luísa Costa Gomes

1996 | O ÚLTIMO A RIR
adaptação do texto Vingança de Antero ou Boda Deslumbrante
de Luísa Costa Gomes

1994 | CLAMOR
Texto de Luísa Costa Gomes a partir de textos do PADRE ANTÓNIO VIEIRA

1991 | NUNCA NADA DE NINGUÉM
Texto de Luísa Costa Gomes

 

 

 

 

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